21 de jan de 2010

Parem de Falar Mal da Vida Alheia!

Não é de hoje que me irrito e incomodo com fofoqueiro. Ou melhor, com “fofoqueiro-mentiroso”. Nada contra tenho a fofoca em si. Falar do que viu, do que ouviu ou do que soube, é uma das formas que se tem de transmitir informação. O meu problema é com o fofoqueiro que não se atém a repassar a “notícia”. O “eu vi ou o eu soube” mão bastam a ele (ou a ela). Indivíduos mal intencionados que aproveitam da ocasião pra falar mal da vida alheia. Um tipo de maldade que eu, particularmente, acredito estar ligada à inveja. Sim, por qual outra razão alguém, gratuitamente, se daria ao trabalho de pregar mentiras sobre alguém. Claro, além de inveja, não se pode negar que sejam pessoas de pouco ou nenhum caráter e vagabundas (no sentido de não ter ocupação).

Há cinco anos, no swing, lido com essa gentinha de merda. Isso por ter um perfil um tanto popular e por ser um cara extremamente seletivo (escolho com quem quero sair e rejeito quem não se enquadra no que busco. É direito meu e de todo mundo que participa do meio liberal. Afinal, o que buscamos é prazer, e não sacrifício). Rótulos dos mais variados (arrogante, metido e egoísta talvez sejam os mais comuns) são vendidos (em 99% dos casos) por pessoas que não me conhecem pessolamente; e variavelmente comprados por pessoas que tinham alguma curiosidade em me conhecer. Depois que eu decidi entrar para o pornô, os fofoqueiros tentaram incluir em seu dossiê que eu era promíscuo e trilhava um caminho de exposição (a minha e a de quem se relaciona comigo). Balela, claro! A decisão de entrar para o pornô coube apenas a mim. As conseqüências dela (na vida pessoal) serão exclusivamente minhas (tenho consciência disso e tranqüilo estou). Não cabe a ninguém opinar sobre o que devo fazer da minha própria vida. Durante todo o tempo que estou no swing nunca causei problema a nenhum casal. Nunca expus ninguém! E não é o pornô que vai me levar a fazer isso. Tolos são os homens que se corrompem por uma ou em uma profissão. Meu caráter é sólido e, no caso, imutável. E a prova de que a grande maioria entende isso, foi o grande apoio que recebi durante a realização do concurso para ator e, melhor do que isso, os bons votos de sucesso que recebi a partir do momento que o resultado foi anunciado. Portanto, “fofoqueiros-mentirosos”, vocês não estão com nada. Vão caçar o que fazer e parem de falar mal de vida alheia, porra!


É isso, fique ligado e a vontade...




Por Brad Montana

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