26 de jan de 2010

Se eu frequento clube swing?

Eu, como solteiro, opto por não frequentar. O preço é um absurdo (R$200,00 ou mais pra entrar numa casa está fora da realidade, num país como o nosso)! Sem falar que não me sinto muito a vontade pra fazer sexo nesses lugares. Até curto exibicionismo, mas muitas vezes tem pessoas que não se adequam ao que gosto, que aproveitam a ocasião pra partir pra cima. Geralmente bêbadas demais pra não se “mancarem” ou, ao menos, perceberem que o “flerte” não está sendo correspondido. E como eu rejeito (na cara dura, quando rola insistência), fica um clima chato e que variavelmente repercute em impressões negativas a meu respeito (quando deveria ser o contrário - oras). Eu não me sinto a vontade com essa espécie de obrigação (que algumas mulheres me dão, ou melhor, acham que eu tenho) de ter de comer (fazer sexo) só porque sou single (é como geralmente chamam o homem desacompanhado que freqüenta o swing). Assim como qualquer casal, tenho uma proposta e critérios (a mulher que gosto e busco tem que ser bonita e gostosa, sim. Sem essa de “dá pro gasto”). Fico puto quando querem "roubar o meu não". Isto é, quando acham que eu não tenho o direito de rejeitar uma mulher (especialmente quando é casada – compõe um casal swing); e já se “programam” para ir as vias de fato sem ter consultado se estou interessado. Em clubes é comum isso e, portanto, estou fora! Salve exceções de datas especiais, onde sou convidado de denterminada(s) pessoa(s). Ocasiões que vou para beber, dançar e fazer “a social” (que é o que mais gosto quando vou a este tipo de balada). Ah! Isso sem falar que no Rio de Janeiro, onde moro, as casas não são tão boas (no que se refere a estrutura). Em breve vou republicar um texto que escrevi falando sobre clubes. Verão que dois anos já se passaram e pouca coisa (talvez nada) mudou nesta questão. Aguardem!


É isso, fique ligado e a vontade...





Por Brad Montana

6 comentários:

  1. Walter (Casal do Vale)26 de janeiro de 2010 19:03

    Peraí.... Se entendi, você é solteiro e escreve sobre ménage e swing. Tudo bem, mas criticar as frequentadoras como fez nesse post é, no mínimo, sem sentido...

    Não conheço as casas do RJ (somos de SP), portanto não posso comparar, mas o que temos aqui nos serve muito bem.

    Acha caro pagar R$ 200,00 para entrar sozinho numa boite swing? Não quer brincar com as mulheres que lá estão? Então porque se preocupa em ir? E ainda, porque se preocupa em perder seu tempo criticando dessa maneira?

    Frenquento boites há 9 anos, e há 1 ano foi somente a uma, que não aceita homens sozinhos na casa, apenas casais ou mulheres (desde que acompanhadas pelo casal) e funciona muito bem.

    Não olhei seu perfil, não sei quem você é ou o que faz, mas seu texto foi muito infeliz.

    Fica aqui meu protesto.

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  2. Walter,

    sim, eu sou solteiro. Sobre o que escrevo? Na descrição do blog está: “O Novo Lado B não tem mais uma especialidade”. Ou seja, se eu quiser “falar” de Avatar (o filme dos azuis), eu vou falar.

    Neste texto não busquei criticar as casas e nem os freqüentadores. O que eu falei foi com base nas experiências que tive. E elas são suficientes pra eu emitir A MINHA OPINIÃO sobre o assunto. Sim, eu acho (isso não é uma crítica, é uma opinião) R$ 200,00 de entrada um preço alto (e isso, inclusive, induz o homem só, que freqüenta clube, a uma série de comportamentos, ou pelo menos raciocínios, ruins. Basta parar pra pensar que você verá quais...). Sim, é fato que muita gente fica chapada nos clubes (até pra se soltar). Eu, no caso, citei mulheres que ficam chapadas e seus comportamentos. Isso com base em experiências que tive (estou no meu blog. Posso reclamar disso, oras?).

    Eu não me preocupo em ir aos clubes, nem me preocupo com eles. Esse é um texto pra lá de objetivo. Nele falo porque não vou a clubes e PONTO.

    Ta registrado o seu protesto. Fique a vontade pra voltar mais vezes. Mas leve as coisas mais na esportiva da próxima, assim você vai conseguir se divertir aqui. Isso porque esse texto nem chegou perto do que é ser crítico. No dia que eu for, você vai chorar (talvez de rir, mas se levar na ESPORTIVA).

    Abraço,
    Brad Montana

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  3. "Eu não me sinto a vontade com essa espécie de obrigação (que algumas mulheres me dão, ou melhor, acham que eu tenho) de ter de comer (fazer sexo) (...)"


    Eu entendo, mesmo porque já passei por isso (não no swing, mas em outras situações) - e sei que é chato. Mas, também fico a pensar na pessoa, porque levar "não" é phoda... Acho que nos clubes de swing a galera quer curtir o que não pode fora dali. Aí, exageram e extrapolam os limites devidos.

    Abraços.

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  4. Amanda Morena,

    meu lindo você está certo mesmo. Sou igual a você. Me cuido e quero sair com gente igual. No clube rola de ter uns velhos, barrigudos, indesejáveis que vem passar a mão sem saber se há autorização... Não dá! É melhor ficar na social mesmo, com um grupo de amigos já conhecidos. Os labirintos são verdadeiras furadas.

    Mil beijos e hummm...

    Você é um gatooooo

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  5. Se você é solteiro, como pode saber sobre o comportamento de casais? Aqui em São Paulo, há muito respeito entre os "casais" e ninguém te obriga a nada. Se vc não gosta dos clubes, va a uma balada "normal" e tente fugir de uma bêbada querendo dar.

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  6. Ora, não é iso que vejo em SP nas casas durante a semana, dias em que frequento, nos finais de semana pr4ocuro evitar pois é muita gente, mas durante a semana é tranquilo e nao é não e acabou.

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